
Desde o primeiro aparecimento do vírus chikungunya no hemisfério ocidental, há cerca de 10 semanas, a propagação do chikungunya nas Caraíbas orientais parece ser imparável. O vírus foi detectado pela primeira vez em São Martinho. Só na última semana, foram registados mais 507 casos prováveis ou confirmados. A Martinica está a registar os números mais elevados, com 1 058 casos confirmados ou prováveis de chikungunya e mais 3 940 casos suspeitos.
Durante a semana passada, o número de novos casos notificados aumentou em algumas das áreas afectadas, até um total estimado de 8.000 casos ou mais em toda a área desde o início da epidemia. Não foram notificadas novas zonas ou ilhas afectadas. As ilhas afectadas continuam a ser São Martinho/São Martinho, Martinica, São Bartolomeu, Guadalupe, Ilhas Virgens Britânicas, Anguila, Domínica, Aruba, São Cristóvão e Neves e Guiana Francesa na América do Sul continental. Um novo caso suspeito numa segunda cidade da Guiana Francesa (Sinnamary) sugere que a doença se está a propagar nesse país.
É preciso ter cuidado com os mosquitos que transportam este vírus. Não te deixes picar.
As infecções pelo vírus Chikungunya podem ter consequências duradouras para a saúde. Pode reduzir o risco de exposição a este vírus tomando todas as precauções necessárias para evitar as picadas de mosquito. Siga estes passos simples: